terça-feira, 25 de novembro de 2014

A mídia brasileira


Segundo o Artigo XIX da Declaração Internacional dos Direitos Humanos, declarada em 10 de dezembro de 1948: “Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e de expressão, este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. Porém, no Brasil, essa lei é completamente violada.

            Toda a mídia nacional brasileira é controlada por nove famílias: Abravanel (SBT), Bloch (Manchete), Civita(Editora Abril), Frias (Folha de S. Paulo), Levy (Gazeta Mercantil), Marinho(Organizações Globo), Mesquita (O Estado de S. Paulo), Nascimento Brito (Jornal do Brasil) e Saad (Rede Bandeirantes) que possuem um grande poder econômico. Elas controlam por completo os meios de comunicação nacional já que possuem canais de televisão, emissoras de rádio e até mesmo jornais e revistas.

            O grande problema desse oligopólio é que todas as informações que circulam ao longo do território brasileiro são controladas pelas 9 famílias, dessa maneira, elas possuem o total poder de omitir ou até mesmo modificar as notícias de acordo com suas vontades ou interesses.

            Pesquisas afirmam que, desde a década de 90, esse oligopólio vem se estreitando cada vez mais e famílias como Bloch, Levy, Nascimento Brito e Mesquita não possuem o mesmo poder que antigamente. Um importante estudo feito em 2002 pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), intitulado “Os donos da Mídia”, sobre os meios de comunicação no Brasil mostra que as redes nacionais Globo, SBT e Bandeirantes, além de Record, Rede TV! e CNT, estão aglutinados 668 veículos em todo o país. São 309 canais de televisão, 308 canais de rádio e 50 jornais diários.

            Os meios de comunicação do nosso país não desrespeitam apenas a Declaração Internacional dos Direitos Humanos, mas também a Constituição, que no Artigo 220 diz: “A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição.”

            Segundo a lei, qualquer brasileiro possui o direito de se comunicar por qualquer veículo de comunicação, porém na prática, mais uma vez, não é tão simples assim. Para que um cidadão consiga abrir uma rádio, por exemplo, ele deve conseguir do governo uma Concessão Pública. Existem, no Brasil, cerca de 20.000 concessões para emissoras de rário, destas 7.559 foram arquivadas e outras 3.536 foram negadas.

            Infelizmente, todas as informações transmitas pelos meios de comunicação fazem com que a população crie, não apenas a sua opinião, mas também os seus valores.  Por exemplo, mídia relata a mulher como sendo uma mercadoria, utilizando sempre mulheres altas, magras e brancas na maioria dos comercias fazendo com que todos os expectadores que assistem diariamente essas propagandas, criem um ideal de beleza de acordo com o exposto na televisão, jornal, revista ou etc, e acabam criando também, como consequência, um preconceito contra as mulheres que não se encaixam nesse padrão.

            A atual televisão brasileira tem como principal objetivo retirar o senso crítico da população e levar o povo a acreditar que tudo aquilo que eles veem, ouvem ou leem é a pura verdade. Para isso as emissoras tentam parecer onisciente, onipotente e onipresente sobre a vida cotidiana do telespectador, explorando as vaidades, curiosidades e emoções.

               Um futuro melhor pode estar por vir, pois a atual presidente Dilma Rousseff enviou ao Congresso Nacional, no dia 28 de outubro, um projeto de regulamentação econômica da mídia e afirmou que: “Eu não vou regulamentar a mídia no sentido de interferir na liberdade de expressão. Eu vivi sob a ditadura e, por viver sob a ditadura, eu sei o imenso valor da liberdade de imprensa” e, segundo Rui Falcão, a regulamentação da mídia brasileira é uma das prioridades do novo mandato. Agora nos resta esperar e ficarmos atentos para não sermos controlados pelas 9 famílias, para que assim, possamos saber as verdadeiras informações e formarmos opiniões realistas e concretas.

Vídeos interessantes sobre o assunto:

-Levante sua Voz
-Além do Cidadão Kane

-Valery Helena

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Respeito


           As vezes sinto que não me encaixo nesse mundo. Que penso coisas que não podem ser compreendidas pelos outros. Vivo em um mundo em que fazem de tudo para te jogarem para baixo, e quando digo que fazem de tudo é porque fazem de tudo literalmente, até colocarem palavras na minha boca já colocaram.
            Política vem sendo o assunto nesses últimos tempos e o fato de sermos jovens, e nem ao menos votarmos ainda, não nos deixou fora dessa tempestade de informações. Nessa idade crítica, tenho que dizer, são jogadas informações aos montes sobre nós, são jogadas, acima de tudo, opiniões já formadas sobre o assunto. Achar bonito o que um professor ou o pai disse, ou até mesmo o que leu de algum lugar e proliferar por ai sem ao menos pesquisar uma opinião contraria e “colocar na balança’’ as duas opiniões sobre assunto, é muito simples.
            Pensar não é algo fácil e caracterizar o certo do errado é algo mais difícil ainda, sobretudo com o ódio criado entre os partidos. Mas o que me deixa mais enojada são as pessoas que se acham as donas da verdade. Em primeiro lugar não acredito em verdade absoluta, o que particularmente é um valor meu, mas em segundo lugar, exterior ao meu pensamento individual, respeitar a opinião contrária é mais do que necessário.
            Somos pessoas e possuímos direito. Possuímos o direito de pensar, em primeiro lugar, possuímos o direito de nos expressar já que vivemos em uma democracia.
            Porém também possuo o direito de mudar de opinião e acima de tudo possuo o direito de errar. Como qualquer ser humano, já errei várias vezes na vida e não mereço ser apedrejada pelos meus erros. Se meus erros fossem grande, como matar alguém por exemplo, seria outra história mas aparentemente meu erro foi defender algo em que acredito.
            Como vivo em um contínuo furacão, quanto mais pesquiso mais confusa eu fico, não possuo uma opinião fechada. O que eu faço? Corro atrás de argumentos, procuro informação. Apenas como algo digno de nota: acho incrível essas duas palavras, procurar informação, porque elas são o começo da mudança, com a informação necessária a pessoa possui o poder de formar uma opinião e além disso, possuir argumentos para defende-la.
            Como uma típica adolescente já me questionei sobre diversas coisas e não cheguei ainda a uma resposta nem parar metade delas, mas a uma eu consegui um grande esclarecimento: para crescer e ser alguém mais sábio primeiramente você precisa conhecer e para conhecer você precisa ser humilde, saber ouvir e respeitar acima de tudo. Quando alguém apresenta uma opinião contraria da sua, absorva e reflita sobre ela. Chegue a uma conclusão a qual ache mais correta e se for digna de nota, comente com os outros para que assim os outros também possam passar pelo mesmo processo que o seu. Mas nunca, nunca, atire pedras a quem possui uma opinião contraria porque se todos gostassem do azul o que seria do amarelo?

-Valery Helena


“Mesmo que você não concorde com as opiniões dos outros aceite e respeite mesmo sem concordar.” –Irenaldo Alves
“Nem sempre enxergo a vida como os outros, por isso respeito as opiniões contrárias.” – Ivenio Hermes
"Vivemos num mundo em que quase ninguém respeita as opiniões dos outros. Pobre mundo." – Paulo Gustavo

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Machismo


Geralmente ando muito a pé na cidade já que os lugares que frequento são razoavelmente perto uns dos outros. Como precaução, vario o caminho algumas vezes para evitar assaltos e outros incômodos, porém em todos eles sempre acontece a mesma coisa. Sou chamada de vários nomes que me deixam profundamente irritada. Linda, Gostosa, Delícia e ai por diante são alguns exemplos. O que me deixa mais abismada é que os homens que me insultam tem uma faixa etária de trinta anos e eu tenho apenas quinze.
O que passa na cabeça desses “homens’’ para se acharem tão melhores a ponto de julgar o outro, e ainda por cima julgar pela aparência?
Na escola discutimos machismo uma vez e os homens chegaram a ser comparados com cães que não conseguem se controlar pois ao ver uma mulher bonita eles não admitem a oportunidade de não tê-la para ele. Eu, particularmente, sentiria vergonha de ser comparada com um animal, mas parece que eles não estão ligando muito pois continuam agindo do mesmo jeito e esperam a ação da mulher, olhando até virarmos a esquina ou atravessarmos a rua.
Na verdade não sei muito bem o por que eles fazem isso. Prazer de ver uma pessoa constrangida? Prazer por se sentir superior? Isso para mim não é sinônimo de superioridade mas sim de tamanho rebaixamento.
Machismo também foi pauta de uma das aulas de Ciências Humanas na escola e meu professor sugeriu que nos, meninas, fizéssemos alguma coisa:
-Não deixem que um homem comande vocês desse jeito! Retruque a “brincadeira’’ dele e brinque com ele também. Aposto que eles ficarão sem atitude. – essas palavras foram muito marcantes para mim, pois isso não havia passado na minha cabeça em nenhum momento. Na primeira vez que tentei seguir os passos do meu professor foi quando estava em um grupo de amigas indo a pé para o shopping, e um grupo de meninos passou do outro lado da rua e gritou sem a menor vergonha:
-GOSTOSAS, LINDAS....
Sem pensar acabei gritando também:
-LINDOS SÃO VOCÊS.
Ganhei meu dia com isso, pois os meninos ficaram totalmente sem reação, já que estão acostumados com a mulher se sentir envergonhada, abaixar a cabeça ou no máximo xinga-los mas nunca responder com um outro elogio.
A segunda vez foi quando estava indo sozinha para o vôlei e um homem me chamou de linda e respondi a mesma coisa pra ele. Ele me mandou um beijo e fiquei totalmente amedrontada pois apenas depois da resposta dele que eu percebi o perigo que estava correndo.Com medo, atravessei a rua e andei o mais rápido possível.
No restante do caminho, me perguntava o por que fiquei com medo. Medo de ser estuprada ou sei lá. E mais uma vez, se fosse um homem desses eu sentiria vergonha por ser temido por uma coisa tão terrível e tão séria como essa.
Quando um homem age desse jeito não deve saber o que passa na cabeça das mulheres e não deve saber o quão ridículo é, pois realmente não acho outra palavra para qualificar isso. Se eles querem chamar a atenção delas, essa definitivamente não é a melhor maneira.
           Por fim, o que mais me incomoda e não sai da minha mente é como mudar isso. Até agora não descobri a resposta, mas juro que vou continuar buscando uma.


-Valery Helena

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Um ato de amor

               Certas pessoas me intrigam e outras que eu admiro bastante. Observo os pequenos atos de cada uma e levo muito em consideração a humildade e o amor ao próximo para escolher as minhas amizades.
            Na semana passada, dia 2 de outubro, foi aniversário da minha amiga e assim como fizemos para as demais, compramos um bolo e cantamos parabéns. Porém, como era quinta feira, tínhamos aula o dia todo na escola e por volta da uma hora da tarde saímos para almoçar. A aniversariante pegou um dos presentes que havia ganhado da avó e saímos para o shopping.
               Estudamos no centro de Osasco e para chegar ao shopping temos que atravessar o calçadão. Não é uma distância muito grande, porém nesse pequeno percurso pode-se notar vários mendigos pedindo esmolas ou algo para comer. Estávamos em um grupo de cinco pessoas e a minha amiga aniversariante abriu a caixa de bombom e foi distribuindo um chocolate para cada mendigo.
               Aquilo foi impressionante para mim! Podia perceber o brilho nos olhos de cada um deles e podia sentir que por um segundo eles se sentiam humanos de novo, pois já haviam se tornado parte do cenário.
           No fim, perto do nosso destino, chegamos a uma mulher que nos pedia esmola todas as vezes que íamos almoçar lá e esse foi o momento mais emocionante. Minha amiga entrou uma caixa de bombom para ela, que ficou sem palavras para agradecer dizendo que guardaria como presente para os netos dela.
  Nesse dia eu aprendi muito, me tornei mais humana e mais consciente da realidade. Era incrível como um chocolate podia mudar tanta coisa. Não era nem o fato de ser um alimento, pois aquilo não mataria a fome de ninguém, mas trouxe alegria e creio que uma certa esperança para cada uma daquelas pessoas. E para mim também.
                -Valery Helena

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Educação como mercadoria

A escola é uma instituição social com um papel central de transmitir conhecimento e valores para as próximas gerações. O conhecimento se tornou um instrumento de manipulação para que assim a sociedade possa ser conservada, pois as pessoas não aprendem a refletir para analisar se aquilo que estão aprendendo é realmente correto. Elas aceitam o que os professores lhes ensinam como se fosse a maior e única verdade e a reproduzem alienadamente.
Historicamente falando, essa técnica já foi usada e adquiriu grandes resultados como no caso do Pão e Circo no Alto Império Romano, momento em que Roma atingiu o seu ápice.
Essa transmissão de conhecimento se tornou uma mercadoria e está totalmente associada ao capitalismo, já que essa mercadoria tem que ser criada da maneira mais rápida possível porque ‘’Tempo é dinheiro’’. O estudo se tornou quantitativo, para produzir uma grande quantidade de mão de obra qualificada para satisfazer a demanda nas industrias ou em qualquer outro meio social de produção.
Nas escolas particulares fica ainda mais claro essa ideia, pois os pais ou responsáveis do jovem pagam para que eles recebam o conhecimento com um único e claro objetivo: passar no vestibular para conseguir um bom emprego que lhe garanta dinheiro, ou seja, servir de mão de obra. A criação das escolas técnicas também deixou bem explicito o objetivo do governo em criar pessoas mais qualificadas para suprir as necessidades do país.
Esse adestramento de mão de obra possui um grande caráter ambíguo pois o burguês sabe que é necessário educar os jovens porém deve conter os elementos que evidenciam a hierarquia existente, gerando um grande telefone sem fio.
Sem refletir e assumindo a fala do professor como a maior e única verdade, os estudantes não criticam essa contraditória hierarquia e não fazem nada para mudar essa realidade. Os poucos que lutam por uma revolução, como no caso dos estudantes da USP, são agredidos pela polícia e conhecidos como vagabundos pela população.
O único objetivo no mundo se tornou ganhar dinheiro. Somos filhos do capitalismo que tirou a nossa humanidade e elevou o capital a um nível superior. Criticar se tornou perda de tempo, lutar por algo melhor se tornou vagabundagem e querer mudar a sociedade se tornou loucura.

(http://jornalesp.com/)


-Valery Helena

sábado, 13 de setembro de 2014

A falta d'água


Vivemos em um país com a maior biodiversidade do planeta e os mais variáveis ecossistemas. A América latina como um todo vive em perfeita harmonia, se renovando e se autossustentando a cada dia. No entanto a ação do homem durante várias décadas vem prejudicando essa harmonia e já se pode ser sentida nas nossas vidas.
Para os muitos que pensam que o desmatamento é uma realidade distante, foi comprovado por cientistas, e transmitida em uma matéria pela rede Globo no programa Fantástico do domingo dia 31 de agosto, que as consequências desse crime podem ser sentidas por nós a partir da falta de água.
A floresta Amazônica possui um imensa importância no índice de chuvas na maior parte do Brasil e em outros países na américa latina. As árvores existentes lá atuam como uma bomba de umidade para a atmosfera, que ao trombar com a Cordilheira dos Andes, se dirige à todo o Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país.
No entanto, com o desmatamento, esse bombeamento diminuiu e em conjunto com a poluição das grandes cidades, as massas de ar conhecidas como rios voadores, perdem a força e acabam desabando em estados como Acre e Rondônia (que sofreram com enchentes ao longo desse ano.)
Apenas como um dado de curiosidade, a porção centro oeste e sudeste do nosso país só não é um deserto graças a Floresta Amazônica já que todas as regiões localizadas na mesma latitude ao redor do globo são desertos, como por exemplo o deserto de Saara e o deserto Australiano.
Mesmo com esse agravante, as pessoas localizadas nesses estados afetados, continuam gastando água como se existisse uma fonte inesgotável. Alguns mais conscientes, culpam o governo por não proporem um racionamento de água por se tratar de uma atitude antipopular e estarmos em ano de eleição.
A Sabesp culpa a estiagem por todo esse transtorno, porém pesquisas a quase uma década atrás já afirmavam uma possível falta d’água no ano de 2014. Mesmo sabendo desses estudos, nenhuma medida de prevenção foi tomada.
           Agora precisamos de uma solução rápida e eficaz para esse grande problema. Como não há mais tempo para grandes estudos e projetos, cabe a nós cidadãos utilizar a pouca água que nos resta de maneira sábia e regulada. Evitar desperdícios sempre foi importante, porém agora deixou de ser algo educado e passou a ser algo necessário.



( Lago Maracá antes e depois, Guaíra/SP)




Valery Helena

domingo, 7 de setembro de 2014

O sonho da educação


            O mundo é feito de injustiças e é mais do que óbvio que as pessoas aspirem a um futuro melhor. Há várias maneiras de realizar esse feito, algumas mais diretas, outras mais indiretas. Todas as pessoas possuem um sonho e o sonho de Malala Yousafzai foi estudar. O que para muitos parece uma coisa tão simples e tão rotineira, para as meninas que vivem nos países como Afeganistão não é uma coisa tão simples. Malala lutou bravamente, não apenas pelo seu futuro, mas pelo futuro de todas as meninas de seu país, e sua bravura repercutiu pelo mundo inteiro.
            Nem todas as pessoas possuem a bravura de Malala, apesar de possuírem a mesma força de vontade. Segundo pesquisas do Ministério da Educação, no Brasil há cerca de 16 milhões de analfabetos que nunca frequentaram a escola. Muito provavelmente o sonho deles é um pouco parecido com o de Malala, porém infelizmente não possuem a oportunidade necessária para, no mínimo, demonstrar esse sonho e buscar por algo melhor.
            A maioria das pessoas do nosso país está mais preocupada, na maior parte das vezes, com o que acontece em todo o mundo, não dando a devida atenção aos acontecimentos do nosso próprio país.
            Tomando como exemplo o Brasil, o caso de Malala foi visto por várias pessoas e até mesmo comentado por muitos nas redes sociais, o que acontece em uma proporção muito menor com as crianças brasileiras de baixa renda que nunca frequentaram a escola.
            Cabe a cada um de nós, que tivemos o privilégio de realizar, no mínimo, o ensino médio em uma escola de qualidade, ou aos que ainda estão completando, como é o meu caso, ajudar essas crianças a realizarem os seus sonhos e, consequentemente, realizar o nosso também, de viver em um mundo melhor. Essa ajuda pode vir de um pequeno gesto, como votar em um representante confiável que cumprirá a sua obrigação de oferecer educação de qualidade a todos, não votando no candidato que está à frente nas pesquisas, em branco ou nulo. Como disse um filósofo chinês chamado Lao-Tsé: “Uma longa caminhada começa com um primeiro passo.’’   
Valery Helena

A esperança de um mundo melhor.


Minha escola promove um concurso literário too ano e esse ano resolvi participar. Escolhi escrever um artigo de opinião cujo o tema imposto pelo colégio era: “ Tenho apenas uma caneta, o sentimento do mundo.’’ E escolhi como assunto a educação.
Esse concurso me inspirou e decidi e decidi criar esse blog com outros diversos artigos, e dedicar o nome do blog ao tema do concurso desse ano e o blog em si para todos os que sempre me dão apoio, como meus pais e professores.
      O blog tem como objetivo mostrar ao mundo que os jovens não são alienados e possuem o potencial para transformar a sociedade.
A primeira postagem será o tema que mandei para o concurso.
Espero que gostem dos meus trabalhos.
Valery Helena